A Mata do Serrado, em Viseu, vai passar a dispor de equipamentos lúdicos complementares para usufruto de crianças e jovens, nomeadamente baloiço, escorrega, mola dupla e ponte de equilíbrio.
Em espaços distintos da zona arbórea serão instalados um baloiço com ninho, uma casinha com escorrega, uma mola dupla e uma ponte de equilíbrio, equipamentos que incentivam o brincar, a atividade física, a partilha e o convívio entre os mais novos.
O projeto contempla ainda a instalação de um bebedouro na orla da clareira para uso de toda a comunidade. Este destaca-se pela sua versatilidade, com diferentes alturas para acesso à água, quer por pessoas com mobilidade reduzida como por animais de estimação.
A obra representa um investimento municipal de aproximadamente 75 mil euros e tem um prazo de execução previsto de 49 dias.
Recentemente, outras intervenções foram também concluídas na Mata do Serrado, nomeadamente o projeto de iluminação pública, que abrange as diversas zonas do espaço e o caminho de acesso principal.
Esta obra, com um custo de cerca de 72 mil euros, teve como objetivo dotar o espaço de condições necessárias à boa circulação pedonal, especialmente em períodos noturnos, e de infraestruturas elétricas adequadas à realização de eventos e outras iniciativas.
De igual forma, procedeu-se à construção de instalações sanitárias, próximas à entrada pela Avenida Monsenhor Celso Tavares da Silva, acessíveis, inclusive, a pessoas com mobilidade condicionada.
A Mata do Serrado abriu portas ao público em junho de 2023. Com cerca de 22 mil metros quadrados, a Mata foi cedida à autarquia por um período de 30 anos, ao abrigo de um contrato de planeamento entre a família proprietária da Quinta, a Geriavi Portugal – empresa na área dos cuidados para idosos e saúde mental – e o Município de Viseu.
A intervenção pré-abertura considerou a avaliação de todas as espécies arbóreas no local. As árvores foram inventariadas, num total de 432 exemplares, sendo a sua maioria carvalhos e castanheiros, registando-se, ainda, medronheiros e sobreiros. A intervenção realizada foi de forma o menos invasiva possível, considerando a sua natureza enquanto Mata e não Parque Urbano.
O objetivo foi garantir o mais possível o conceito original de espaço de natureza, realizando-se algumas podas de manutenção e abates pontuais de árvores em risco de queda, com vista a assegurar a segurança de pessoas e bens. Neste espaço, foram ainda implementados diversos equipamentos de apoio à utilização da Mata, nomeadamente mesas, bancos e papeleiras.
















