De 5 a 7 de dezembro, o Museu Nacional Grão Vasco recebe a exposição “Tributo às Gravuras do Vale do Rio Côa”.
Nesta exposição o Museu Nacional Grão Vasco associa-se à Fundação Côa Parque para assinalar os 30 anos do movimento em defesa da Arte Paleolítica, do vale do rio Côa.
«A mensagem que queremos convocar é a importância de individual e coletivamente nos envolvermos na preservação do Património Comum. Neste caso, destacando e valorizando a mobilização da comunidade local, nacional e internacional, para a salvaguarda dos conjuntos de gravuras rupestres», revela Odete Paiva, Diretora do Museu Nacional Grão Vasco.
A Diretora do Museu acrescenta que «incluir estes conjuntos de gravuras rupestres no nosso Património Comum foi o reconhecimento da sua extraordinária importância como testemunho da história da arte e da cultura, mas é também reconhecer que, passados 30 mil anos, o seu excecional valor artístico e civilizacional continua a desempenhar um papel transformador da comunidade que o habita».
A coleção Tributo, constituída por 23 obras, homenageia este património, através do olhar contemporâneo, de diferentes artistas que deste modo se associaram ao movimento de defesa das gravuras, materializando no tempo a luta pela conservação deste património excecional. Esta coleção integra artistas reconhecidos como Ângelo de Sousa, Julião Sarmento, Mário Cesariny, Pedro Calapez, Ilda David, Pedro Cabrita Reis, Alberto Carneiro, Lourdes Castro, José Pedro Croft, entre muitos outros.
Com esta exposição, o Museu Nacional Grão Vasco continua a apresentar arte contemporânea, com o propósito de diversificar as suas propostas expositivas assumindo também aqui a importância da sensibilização para a defesa do Património.
Esta exposição, assim como as oficinas que realizaremos, assinala as Jornadas Europeias do Património 2025, que têm lugar entre os dias 12 e 21 de setembro e que são uma iniciativa conjunta do Conselho da Europa e da Comissão Europeia.













