A Direção-Geral do Património Cultural acabou de anunciar, no início de fevereiro, a inscrição da “Produção e Transformação do Linho de Várzea” no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, em Diário da República.
O Presidente da Câmara Municipal, Fernando Ruas, no decorrer da reunião do Executivo que aconteceu esta quinta-feira, realçou «o percurso do Museu do Linho, que tem sido excelente e reconhecido».
Este é um passo fundamental para a salvaguarda e proteção da identidade e especificidade desta arte tradicional.
O ciclo do linho de Várzea de Calde constitui um caso especial, sendo um dos raros centros de produção e transformação do linho no país onde se mantém o ciclo na íntegra, preservando todos os métodos e técnicas ancestrais, usadas desde a sementeira à tecelagem.
















