O núcleo de matérias perigosas da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS) da GNR já procedeu desde o início da pandemia, à descontaminação de cerca de 3 000 ambulâncias e mais de 100 instalações.
As intervenções têm sido realizadas em “estabelecimentos hospitalares, IPSS, lares de idosos, creches, centros de dia, e outro tipo de infraestruturas, aqui se incluindo instalações e viaturas da própria Guarda”, explica a GNR em comunicado.
Esta estrutura mantém adicionalmente, duas linhas de descontaminação exclusivas nas cidades de Lisboa e Porto, para “ambulâncias e viaturas médicas de emergência e reanimação do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), da Cruz Vermelha Portuguesa e dos Bombeiros, oriundas de todo o país”, acrescentam.
A UEPS integra cerca de 60 militares, altamente especializados em matérias perigosas e agentes NRBQ (nucleares, radiológicos, biológicos e químicos).















