Rede CUF aumenta resposta COVID

02/02/2021 10:27

Para fazer face ao agravamento da situação pandémica no país, a rede CUF passa a disponibilizar 120 camas, de internamento geral e cuidados intensivos, para tratamento e acompanhamento de doentes COVID.

Segundo o comunicado, a CUF tem vindo a reforçar, dentro dos recursos disponíveis, a sua capacidade no tratamento de doentes COVID, dispondo agora de quatro hospitais dedicados ao tratamento destes doentes, designadamente, o Hospital CUF Tejo, CUF Descobertas, CUF Sintra e CUF Porto, além da sua Unidade de Hospitalização Domiciliária .

“A CUF está a trabalhar em total articulação com as Autoridades Regionais de Saúde – Norte, Centro e Lisboa e Vale do Tejo – tendo já recebido mais de 100 doentes COVID-19, encaminhados por mais de 20 hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Este trabalho da rede CUF tem-se estendido de forma permanente com a rede do SNS, com uma articulação muito positiva, e que se reflete numa resposta mais adequada às necessidades da população num momento em que todos os recursos são escassos,” refere a nota.

Segundo as declarações, os Hospitais CUF Viseu e CUF Coimbra recebem doentes não-COVID do SNS Para além da COVID, a CUF está a receber do SNS doentes não COVID nos hospitais de Coimbra, Viseu e Santarém.

Na região centro , os Hospitais CUF Viseu e CUF Coimbra já receberam, até ao momento, três dezenas de doentes não COVID , encaminhados por três hospitais do Serviço Nacional de Saúde.

“Este reforço da capacidade de resposta só é possível graças a um enorme esforço dos profissionais e a um esforço ao nível da reconfiguração de espaços já que o internamento dos hospitais CUF tem apresentado taxas de ocupação próximas dos limites máximos, em linha comos restantes hospitais do país.”

A CUF refere ainda que tem procurado dar uma resposta completa às necessidades dos seus doentes com um reforço da capacidade de testagem, com os seus atendimentos permanentes, com o reforço de camas e com alargamento dos cuidados domiciliários . Em paralelo está a fazer um enorme esforço de manutenção da sua atividade não COVID cuja prossecução é fundamental, nomeadamente em áreas como a oncologia ou as patologias cardíacas.

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