A Comissão Diocesana Justiça e Paz de Viseu promove as I Jornadas subordinadas ao tema ‘Acolhimento e Integração de Imigrantes: Construir pontes’, que terão lugar no dia 7 de fevereiro, entre as 9h00 e as 13h00, na Escola Superior de Saúde de Viseu.
Estas jornadas pretendem refletir sobre os desafios e boas práticas no acolhimento e integração de migrantes, promovendo o diálogo, a partilha de experiências e a construção de comunidades mais abertas e inclusivas.
O programa tem início às 9h00, com o acolhimento dos participantes, seguindo-se, às 9h30, a sessão de abertura, que contará com a presença de D. António Luciano, Bispo de Viseu, de João Azevedo, presidente da Câmara Municipal de Viseu, e Helena Castro, coordenadora da Comissão Diocesana de Justiça e Paz de Viseu.
Às 10h00, será apresentado o Estudo Piloto “Acolhimento e Integração de Migrantes em Viseu”, por Helena Castro. Segue-se, às 10h30, a palestra sobre “Integração: uma ponte feita de esperança”, por Eugénia Quaresma, diretora da Obra Católica Portuguesa das Migrações.
Às 11h15, realiza-se uma mesa-redonda subordinada ao tema “Gerando comunidades abertas”, com a participação da Cáritas Diocesana de Viseu, da Associação Casa do Brasil e do CLDS 5G Sátão Mais Inclusão.
Às 12h10, será apresentado o Plano Intermunicipal de Acolhimento e Integração de Emigrantes por Sofia Freitas, da CIM Viseu Dão Lafões.
As jornadas encerram às 12h50 e a participação é gratuita, mediante inscrição prévia.
Para Helena Castro, responsável da ação, estas jornadas têm como objetivo «promover a reflexão e a integração de uma rede de apoio consistente em toda a Diocese», dando a conhecer as respostas já existentes e favorecendo, tanto quanto possível, a sua articulação. Pretende-se, assim, que «as pessoas se conheçam, partilhem experiências e identifiquem, de forma conjunta, o que pode ser feito para reforçar a ação pastoral e social nesta área».
A comissão, nomeada a 22 de outubro de 2024, pretende «criar um espaço de diálogo e de partilha de experiências, quer por parte dos imigrantes, quer das associações que fazem o acolhimento e integração, conhecendo ainda os dinamismos que já existem no nosso território».
















