Câmara Municipal de Mangualde aprova maior orçamento de sempre

30/11/2020 11:11

A Câmara Municipal de Mangualde aprovou o orçamento para 2021, no valor de 30.335.806 euros. “Este orçamento, em que a despesa de capital representa cerca de 14 milhões de euros, é maior que qualquer realização orçamental na história da Câmara Municipal de Mangualde. Este orçamento projeta Mangualde com ambição para o futuro” destaca Elísio Oliveira, Presidente da Câmara Municipal.

Este orçamento “é um poderoso instrumento de gestão municipal, na promoção do desenvolvimento integral do concelho e na sustentação de uma grande dinâmica de progresso. É um orçamento com grande amplitude sectorial na educação, na cultura, no ambiente, no urbanismo, etc.”, contextualiza o Presidente. Elísio Oliveira destaca ainda que “também a rede viária municipal terá uma forte intervenção em diversos pontos do nosso concelho, problemas graves de estradas degradadas estão no radar da nossa intervenção em 2021”.

Segundo o comunicado, o orçamento para 2021 contempla ainda várias medidas de apoio às famílias, instituições e empresas, como a redução do IMI em 10%, ou seja 200.000 euros (Passagem da taxa de 0,375% para 0,34%); Redução em 50% na taxa de derrama para as pequenas e médias empresas com faturação inferior a 150.000; Recondução para 2021, até junho, da isenção de taxas de publicidade e ocupação dos espaços públicos (esplanadas), feiras e mercados, bem como das rendas dos edifícios da câmara; Recondução para 2021 do sistema de prémios de incentivos às compras no comércio tradicional e prémio especial de Natal em dezembro, de 1000 euros, além dos 2000 euros mensais habituais e dotação orçamental de 150.000 euros para emergência e apoio social no âmbito da pandemia COVID-19.

“Uma gestão de rigor ao longo da última década, permite-nos hoje baixar estes impostos, por um lado para tornar o nosso território mais atrativo e mais competitivo e, por outro lado, para incentivar a economia e ajudar a sociedade, neste contexto em que a pandemia COVID-19 tem efeitos depressivos”, conclui o Presidente.

 


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