Estará em cena, com várias sessões, nos dias 28 e 29, no Parque Aquilino Ribeiro, o espetáculo SALIGIA.
Uma performance que «se alicerça na simbologia dos setes pecados capitais para discutir histórias triviais do quotidiano», SALIGIA trata-se de «sete confissões individuais que ocupam o espaço público, desafiando a ideia de segredo».
«Queríamos convocar a ideia de confessionário católico e trazê-lo para a rua, para a esfera do dia-a dia», refere Gabriel Gomes, co-criador do espetáculo e fundador da companhia ArDemente.
Ana Arinto, Emanuel Santoz, Gabriel Gomes, Gi da Conceição, Roberto Terra e Vítor Freitas constituem o elenco desta criação conjunta, construída sobre um texto original da escritora e dramaturga Cláudia Lucas Chéu. «Lançámos este desafio à Cláudia porque para nós eram importantes duas coisas: um texto assinado no feminino, que trouxesse uma sensibilidade e um ponto de vista não-normativos sobre este tema; e construir esta ponte entre o nosso trabalho artístico em Viseu com o resto do país», diz Roberto Terra.
O espetáculo conta ainda com uma instalação cénica da autoria de Vítor Freitas, também ele ator no projeto e responsável pelas cenografias de anteriores espetáculos da companhia, que, segundo o próprio, «irá intrigar as pessoas que naturalmente estarão no Parque».
A sessão a 28 de maio terá início pelas 21 horas; já a de 29, terá às 18 horas.
SALIGIA tem financiamento da República Portuguesa, do Ministério da Cultura, apoio do Município de Viseu e da Junta de Freguesia de Orgens.















