O SinFAP – Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil, passou a ter a sua sede nacional em Viseu, tornando-se o único sindicato de abrangência nacional com sede fixada na cidade.
A sede nacional do SinFAP está localizada no Centro Comercial 2000, Loja 49, no centro da cidade de Viseu, procura assumir-se «como um espaço aberto aos trabalhadores e como um ponto de proximidade para a intervenção sindical em todo o país».
A decisão de fixar a sede nacional em Viseu foi tomada pela Direção Nacional do SinFAP e representa uma escolha que pretende «levar o centro de decisão para fora da capital e afirmar que também no Interior se vive, se trabalha e se constrói o futuro do país.
“Da Beira para o resto do país.”»
«É esta a ideia que orienta a nova localização da sede nacional do SinFAP. Para a Direção Nacional, a descentralização não pode ser apenas uma palavra inscrita em discursos políticos. Deve traduzir-se em decisões concretas e na valorização efetiva dos territórios e das pessoas que neles vivem e trabalham», acrescentam.
Para o SinFAP «as assimetrias territoriais existentes em Portugal têm consequências diretas na vida dos trabalhadores, contribuindo para desigualdades no acesso a serviços, oportunidades profissionais e condições de trabalho. A concentração das estruturas de decisão na capital é também reflexo dessas mesmas assimetrias».
Ao instalar a sua sede nacional em Viseu, o SinFAP pretende dar um sinal «claro de que a representação dos trabalhadores não tem de estar concentrada em Lisboa e que o Interior deve ter voz, capacidade de decisão e presença nas estruturas de âmbito nacional. A nova sede será, assim, não apenas a casa da Direção Nacional do SinFAP, mas também um ponto de ligação entre os trabalhadores de Viseu, da região Centro e de todo o território nacional».
«A Direção Nacional do SinFAP reafirma, desta forma, o seu compromisso com uma representação sindical próxima dos trabalhadores, descentralizada e presente em todo o país. De Viseu para Portugal, o SinFAP continua a defender os trabalhadores e a lutar por um país mais equilibrado, mais justo e sem trabalhadores de primeira e de segunda em função do território onde vivem e trabalham», finalizam.
















