A farmacêutica norte-americana Johnsons & Johnson, em comunicado, revelou ter tomado a decisão de substituir o talco por amido de milho, depois de ser alvo de cerca de 38 mil ações judiciais.
A partir de 2023, a venda deste produto será suspensa em todo o mundo, produto que já se encontrava suspenso há dois anos nos Estados Unidos e Canadá.
Segundo avançou a Lusa, apesar de as queixas vincularem a utilização a longo prazo do pó de talco ao desenvolvimento de cancro, a farmacêutica continua a negar que o produto seja a causa.
«A nossa posição sobre a segurança do nosso pó cosmético permanece inalterada. Apoiamos firmemente as várias décadas de análise científica por médicos especialistas em todo o mundo que confirmam que o ó de talco Johnson é seguro, não contém amianto e não causa cancro», lê-se no comunicado em questão.
Pode ler o comunicado completo aqui.
















