De acordo com os dados avançados pelo Instituto Politécnico de Viseu, os resultados relativos à primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES) dão conta de 936 novos alunos a preencher as 1 356 vagas, verificando-se um aumento de 8% relativo ao ano anterior.
A taxa de ocupação registou um aumento superior à média nacional, sendo «uma das instituições localizadas em regiões com menor densidade demográfica que aumenta o número de alunos colocados nesta 1.ª fase», salienta a instituição.
Assim, o IPV «mantém a posição na lista de números absolutos de candidatos aos politécnicos nacionais, depois do Porto, Lisboa, Leiria, Setúbal e Bragança», avança o instituto.
Dos 32 cursos disponibilizados, Comunicação Social, Educação Social, Artes Plásticas e Multimédia, Desporto e Atividade Física, Publicidade e Relações Públicas, Contabilidade, Engenharia Informática, Gestão de Empresas, Turismo, Enfermagem Veterinária, Serviço Social e Enfermagem preencheram todas as vagas disponíveis nesta primeira fase.
Para a 2.ª fase do CNAES, que decorre entre 12 e 23 de setembro, o Politécnico de Viseu disponibiliza 431 vagas.
A nível do Concurso de acesso ao Ensino Superior para diplomados de vias profissionalizantes, pela primeira vez o número de candidatos ultrapassou o número de vagas disponíveis. Houve 196 candidaturas para 184 vagas e foram colocados 92 candidatos.
Também se registou um elevado número de alunos oriundos da Rede PEPER – Rede Regional para a Promoção do Ensino Profissional em Rede, do qual o IPV é signatário, criada em novembro de 2019, e reúne instituições de ensino de 19 concelhos e as Comunidades de Viseu Dão Lafões e do Douro.
A 2.ª fase deste concurso decorre entre 30 de setembro e 04 de outubro.
José Santos Costa, presidente do Instituto Politécnico de Viseu, revela a ambição da instituição em «ter mais estudantes ainda», esperando que haja mais alunos a concorrerem nas próximas fase e modalidade de acesso ao ensino superior «temos a segunda e a terceira fase e temos também outras modalidades de acesso, como os regimes especiais, que irão completar muitas vagas que não foram preenchidas».















