O Ministério da Administração Interna afirmou que, este ano, o dispositivo de combate a incêndio regista o “maior número de sempre” de operacionais envolvidos, estando previsto 12.058 elementos no meses mais críticos.
Foi aprovado na reunião da Comissão Nacional de Proteção Civil que ocorreu por vídeo-conferência, o Dispositivo ao Combate aos Incêndios Rurais (DECIR) 2021.
Em comunicado, o Ministério tutelado por Eduardo Cabrita declarou que o DECIR 2021 contará «com o maior número de sempre de meios envolvidos, em todas as fases de empenhamento».
O dispositivo terrestre contará, este ano, com 12.058 elementos, 2.795 equipas e 2.656 viaturas durante o período de 1 de julho a 30 de setembro, período este que é considerado como o de maior empenhamento. No ano de 2020 foram registados para o mesmo período 11.825 operacionais, o que demostra que este ano o valor subiu 2%.
Eduardo Cabrita realça ainda que nos meses mais críticos em incêndios rurais vão estar envolvidos, tanto na componente de combate, como de ataque inicial, 5.777 efetivos dos corpos de bombeiros, 240 efetivos da Força Especial de Proteção Civil da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil – ANEPC, 1.144 operacionais da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR, 232 elementos das Brigadas de Sapadores Florestais do Instituto da Conservação da Natureza e da Floresta – ICNF, totalizando 7.393 elementos.
Na componente de vigilância e ataque inicial, o DECIR integrou um total de 4.665 operacionais, dos quais 1.952 fazem parte do Serviço de Proteção da Natureza e do ambiente da GNR, 338 são forças de Polícia e Segurança Pública, 1.807 são Sapadores Florestais, 203 são elementos do Corpo Nacional de Agentes Florestais, 89 são Vigilantes da Natureza, 36 fazem parte das Equipas da Gestão de Fogos Rurais do ICNF e 240 pertencem à Afocelca.
















