A DECO e a ADENE promovem como forma de poupança a nova etiqueta energética, defendendo que «os consumidores precisam de conhecer esta ferramenta, útil e intuitiva, para escolher os seus eletrodomésticos de forma esclarecida e eficiente».
Esta trata-se de uma realidade no mercado português e veio com o intuito de «simplificar a vida aos consumidores», refere a DECO.
Segundo a associação, aparelhos de refrigeração (frigoríficos, congeladores, combinados e aparelhos de armazenagem de vinhos), máquinas de lavar roupa e máquinas combinadas de lavar e secar roupa, máquinas de lavar louça, ecrãs eletrónicos (televisores, monitores e ecrãs de sinalização digitais), equipamentos comerciais (máquinas de refrigeração de venda direta ou vending machines, arrefecedores de bebidas e arcas congeladoras para gelados) e fontes de luz (lâmpadas e candeeiros com lâmpadas embutidas) já contam com a nova etiqueta energética.
Para além de serem eliminadas as subcategorias (+,++ e +++), a etiqueta conta com duas adições: o código QR e a Base de Dados Europeia de Registo Europeu de Produtos para a Etiquetagem. Assim, os consumidores podem «consultar digitalmente a base de dados EPREL, acedendo à etiqueta energética e ficha do produto com outras informações relevantes para uma decisão informada», refere a associação.
A ferramenta LABEL2020 permite «calcular o consumo energético a vários anos, analisar e guardar vários produtos, para posterior comparação das etiquetas energéticas e decisão e esclarecida no ato da compra», esclarecem a DECO e ADENE, e exemplificam «de acordo com a nova etiqueta energética, optando por um frigorífico de classe energética A, em vez de um de classe F, poderá poupar 190 kWh/ano, ou seja, 41€ por ano, o que equivale a 58 kg de CO2 por ano ou a plantar 6 árvores».
















