Entre janeiro e maio de 2026, o concelho de São Pedro do Sul recebeu 24 236 hóspedes, um crescimento de 24,8% face ao mesmo período do ano anterior, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatística.
São mais 4 815 hóspedes do que em 2025, um resultado que coloca São Pedro do Sul como o município com o maior crescimento percentual do número de hóspedes em Viseu Dão Lafões, entre os concelhos com dados divulgados. Também as dormidas acompanharam esta evolução. Nos primeiros cinco meses do ano foram contabilizadas 54 166 dormidas, mais 5 352 do que no período homólogo, o que corresponde a um crescimento de 11%. Os números ganham ainda maior relevância quando comparados com a evolução registada noutros territórios. No mesmo período, o número de hóspedes aumentou 2,4% em Portugal e 3,8% em Viseu Dão Lafões, enquanto a região Centro registou uma quebra de 4,4%. São Pedro do Sul cresceu 24,8%.
O concelho mantém-se como o segundo município de Viseu Dão Lafões com maior número de hóspedes e de dormidas, apenas atrás de Viseu, e reforçou significativamente o seu peso no turismo da sub-região. Entre janeiro e maio, São Pedro do Sul concentrou 17,9% dos hóspedes e 23,4% das dormidas de Viseu Dão Lafões. Praticamente um em cada quatro alojamentos registados na sub-região ocorreu no concelho. O contributo de São Pedro do Sul para o crescimento regional é igualmente expressivo. Dos 4 921 hóspedes que Viseu Dão Lafões ganhou relativamente a 2025, 4 815 foram registados em São Pedro do Sul. O crescimento do concelho corresponde, assim, a cerca de 98% do aumento líquido de hóspedes verificado em toda a sub-região.
Janeiro e maio destacaram-se particularmente. Em janeiro, o concelho recebeu mais 64% de hóspedes e registou mais 48,2% de dormidas. Em maio, o crescimento atingiu 65,5% nos hóspedes e 22,8% nas dormidas.
Para o Município, estes números «confirmam a força crescente da marca São Pedro do Sul e a capacidade do território para atrair novos visitantes, através de uma oferta que cruza Termas, saúde e bem-estar, natureza, património, aldeias, gastronomia, cultura e eventos. O objetivo passa agora por consolidar esta trajetória, reforçar a articulação entre os diferentes agentes do setor e transformar o aumento da procura em estadias mais prolongadas, com maior impacto na hotelaria, restauração, comércio e restante economia local».















