“Cinto-me vivo”: GNR, PSP e ANSR promovem campanha para o uso dos dispositivos de segurança

22/06/2021 15:36

Amanhã, dia 23 de junho, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a Guarda Nacional Republicana (GNR) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) lançam a campanha de Segurança Rodoviária “Cinto-me vivo”. Esta iniciativa está inserido no Plano Nacional de Fiscalização de 2021.

Entre os dias 23 e 29 de junho, a campanha tem como objetivo alertar os condutores e todos os ocupantes dos veículos para a importância do uso dos dispositivos de segurança. Na última campanha, realizada entre 8 e 14 de setembro do ano passado, as Forças de Segurança fiscalizaram cerca de 41 150 veículos, tendo registado 1 180 infrações relativas à não utilização dos dispositivos de segurança, o que correspondeu a uma taxa de infração de 2,87%, numa média de 169 casos por dia.

Segundo estudos científicos, numa colisão a 50 km/h, uma pessoa sem cinto é projetada exercendo uma força de duas toneladas, podendo causar trauma grave nos ocupantes do veículo, em particular os da frente. Numa colisão frontal à mesma velocidade, uma criança pode vir a sofrer lesões equivalentes à queda de um terceiro andar.

A campanha integrará ações de sensibilização da ANSR e operações de fiscalização levadas a cabo pela GNR e pela PSP, com especial incidência para vias e acessos com elevado fluxo rodoviário, de forma a contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros no que diz respeito aos dispositivos de segurança, nomeadamente cinto de segurança, sistemas de retenção de crianças e capacete.

As entidades organizadoras relembram que a utilização dos dispositivos de segurança é fundamental e apelam a todos que os utilizem de forma correta.

O Plano Nacional de Fiscalização enquadrado no Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária – PENSE 2020, o qual se designa “Tornar a Segurança Rodoviária uma prioridade para todos os Portugueses”, prevê a realização de campanhas de sensibilização em simultâneo com as operações de fiscalização.

A GNR relembra que «a sinistralidade rodoviária não é uma fatalidade e as suas consequências mais graves podem ser evitadas através da adoção de comportamentos seguros na estrada.»

Imagem: GNR


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