Em junho, o programa do Cine Clube de Viseu embarca numa viagem que começa com “Regresso a Seul”, filme de Davy Chou que retrata a história de uma jovem francesa que regressa à Coreia em busca dos seus pais biológicos.
Segue-se, dia 8, “Pacifiction”, de Albert Serra, o enfant terrible do cinema europeu, que pinta uma alegoria fantasmagórica de um mundo à beira da guerra nuclear. De Roller, Alto Comissário da República Francesa, visita a Ilha do Taiti, na Polinésia Francesa. Homem educado e calculista, toma constantemente o pulso à população local, enraivecida por rumores do reinício dos testes nucleares franceses na ilha.
Dia 15, encerra com uma história inspirada em acontecimentos verídicos, “As Bestas de Rodrigo Sorogoyen”, vencedor dos Goya 2022. Olga e Antoine são um casal de meia idade que se muda para uma aldeia na Galiza em busca de um recomeço. Mas a sua chegada, e a sua oposição a um lucrativo projecto de instalação de turbinas eólicas, vai inflamar dois irmãos da aldeia ao ponto de violência.
As sessões acontecem às 21h, no auditório do IPDJ. O custo é de 5€ (público em geral), 3€ (associados / descontos / estudantes ensino superior, Amigos Teatro Viriato, Associados ACERT), 2€ (associados estudantes, desempregados, maiores de 65).
Até fim de junho, o Cine Clube de Viseu continua, também, a desenvolver oficinas com as escolas. Nessas sessões, os alunos tornam-se realizadores e protagonistas, criando a história e desenvolvendo o tema, desenhando o storyboard e os cenários, filmando e animando.
Em julho, de 24 a 30, as sessões de cinema ao ar livre para toda a família estão de volta e acontecem na Praça D. Duarte, Museu Nacional Grão Vasco e Parque de Merendas de Nogueira de Côta.









