A Banda Viseense “Bela Noia”, criada pelo artista multidisciplinar Pedro Vieira, e que é composta, ainda, por Leonardo Outeiro (guitarra), Gonçalo Alegre (baixo) e Miguel Rodrigues (bateria e percussão), apresenta o segundo single, intitulado “Paranóia”.
A música é acompanhada por um vídeo filmado e editado por Pedro Vieira, fortalecendo a identidade visual iniciada em “Para quê voltar”, primeiro single da banda.
O tema robustece a sonoridade de “Bela Noia” e vai esboçando a rota para “Os miúdos estão bem“, disco de estreia de “Bela Noia”, a sair dia 15 de Setembro.
O disco é pensado, escrito e cantado por Pedro Vieira, gravado nos Estúdios da Paz em Viseu, com arranjos, produção e gravação de Gonçalo Alegre, que assume a maior parte dos instrumentos. Miguel Rodrigues é o responsável pelas percussões e Teresa Melo Campos, das Sopa de Pedra, pelos coros. A mistura e masterização ficou ao encargo de Nuxo Espinheira. Leonardo Outeiro é o elemento mais recente da banda que interpreta o disco ao vivo, completando assim a formação.
A canção “Paranóia” reflete «sobre este mal, o porquê de sermos como somos. Talvez seja por não termos razão, talvez seja só medo… A paranóia chega e leva-nos para sítios onde não queremos estar… E no amor encontramos a nossa cura», explica a banda.
A banda acrescenta que «a Paranóia intensifica-se e apercebemo-nos que os miúdos não estão assim tão bem como o disco o revela. A ironia serve para disfarçar a impreparação com que nos atiraram ao mundo. Agora resta-nos lidar com as coisas, aprender com os erros! Os miúdos estão bem é um impulso ora simplório ora excessivo que procura uma resposta e reflete sobre os pensamentos do vocalista, acabando por não chegar a um desfecho, apercebendo-se que a indeterminação é precisamente a única resposta que vai encontrar. As canções são o reflexo do caos que é Bela Noia com uma sonoridade familiar mas pouco evidente, melodias simples, alguns ruídos e outros sons não tão fáceis de explicar, estruturas pouco convencionais e uma guitarra acústica a servir a base de todo o disco. As letras escreveram-se quase sozinhas e são um desabafo de Pedro Vieira para o mundo, com uma visão muito própria sobre temas que preocupam uma sociedade transversal».















