As novas tecnologias podem e devem ser implementadas e utilizadas nas Instituições, como um recurso estratégico para a qualidade contínua dos serviços prestados. Hoje, mais do que nunca, para o cumprimento dos objetivos é importante acompanhar, monitorizar e avaliar, com regularidade, o trabalho realizado no quotidiano de uma resposta social. Quando se trabalha com e para as pessoas é difícil anular os registos no papel, mas simultaneamente podem ser incorporados sistemas informáticos que permitem aferir resultados com mais eficácia e eficiência.
Existem programas que permitem criar atividades diárias a realizar com os públicos-alvo, sendo um instrumento fundamental de análise técnica.
Para a tomada de decisões assertivas é importante observar e interpretar os resultados. Este processo não pode, nem deve, ser apenas efetuado no início ou no final de cada ano civil, podendo estar em causa a saúde e o bem-estar dos utentes/clientes, assim com a sustentabilidade e o sucesso da valência.
As novas tecnologias quando bem implementadas são um recurso que permite otimizar a gestão de cuidados ou das ações a realizar, melhorando o impacto pretendido. Desempenham um papel importante, ao nível da promoção da comunicação, segurança, autonomia e bem-estar dos clientes. A tecnologia pode reforçar a proximidade com os familiares dos beneficiários da resposta social, contribuindo para melhorar a qualidade do atendimento. Existem programas que procedem à hiperligação entre os diversos setores de atividade, facilitando na organização de processos e na transparência do funcionamento.
No cuidado das pessoas, acredito que os profissionais nunca serão substituídos por máquinas ou tecnologias, mas sim auxiliados por novas ferramentas de trabalho que certamente contribuem para melhorar as suas práticas em prol da saúde e do bem-estar dos utentes/clientes.
É importante implementar soluções inovadoras que correspondam aos novos desafios de uma sociedade moderna.















