O político e ex-ministro Jorge Coelho faleceu esta quarta-feira, dia 7 de abril.
O presidente do Conselho Geral do IPV, António Correia de Campos e o presidente do IPV João Monney Paiva reagiram ao óbito dizendo que o falecimento súbito «deixa o país mais pobre» pois para além ser um político «hábil e frontal, pleno de energia otimismo dotado de infatigável espírito mobilizador. Foi também o comentador arguto e sempre fraterno e bem-humorado, fiel aos amigos, cordato com os adversários, respeitador dos discordantes Foi também um gestor de empresas dotado de elevadas capacidade agregadora. Foi ainda e sempre um democrata retintamente beirão que adorava as origens e nelas investiu o que ganhava».
Recentemente, Jorge Coelho tinha sido eleito membro do Conselho Geral do Politécnico de Viseu, assumindo o cargo de forma confiante, «sem reservas nem desculpas, no cumprimento do que entendia ser uma obrigação, para que a sua presença ajudasse a ligação entre conhecimento e desenvolvimento, entre Viseu e os conselhos do Distrito, entre o mundo empresarial e os académicos».
No comunicado, o presidente do Conselho Geral e o presidente do IPV referem ainda que «O IPV perde um conselheiro, um catalisador de energias, um amigo desinteressado do poder, consciente das responsabilidades do seu passado de sucesso, para com a Região que o viu nascer e a quem devotava inigualável afeto».
















