Uma recolha de dados estáticos realizada pela revista The Economist, mostram que a fatia do consumo mundial do 1% mais rico da população mundial caiu de 13% em 2000 para 11% em 2025, enquanto a dos 50% mais pobres subiu de 7% para 12% no mesmo período, ultrapassando a fatia detida pelos mais ricos.
A voz dominante é que o mundo está a tornar-se cada vez mais desigual. Apesar da desigualdade continuar a ser elevada à escala global, os dados sobre a distribuição do consumo mostram uma evolução diferente.
Esta diminuição é explicada pelo crescimento económico registado em países emergentes e em desenvolvimento, especialmente na Ásia, que permitiu a centenas de milhões de pessoas sair da pobreza extrema e aumentar o seu consumo desde o ano 2000.
O crescimento económico dos países e a criação de riqueza promove a diminuição das desigualdades.
Portugal mais uma vez tem a certeza que os outros é que estão errados.
No nosso país não se fomenta o crescimento económico, a criação de riqueza é considerada obscena, a competitividade não é estimulada. Todo aquele que cria e empreende é crucificado, criticado e rotulado.
O Estado regula tudo e mais alguma coisa. No nosso país existem cerca de 4.000 taxas que nada mais são que impostos.
Continuamos a privilegiar o distributivismo em vez da competitividade. Distribuímos o que não é nosso.
Quatro décadas depois da adesão à então Comunidade Económica Europeia, Portugal é o segundo país mais envelhecido e tem um dos poderes de compra mais baixos da União Europeia. Mantém a 19.ª posição em PIB per capita, apresenta uma das populações ativas menos escolarizadas e o preço da habitação aumentou mais de 24% desde 2020.
Fonte: Revista “The Economist” e “Instituto + Liberdade”















