Depois de ter passado por Nelas e Mangualde, o musical “Alto”, da Contracanto – Associação Cultural, chega, agora, a Gouveia e Fornos de Algodres.
No dia 11 de agosto, pelas 22h00, no Parque da Ex. Bellino & Bellino, em Gouveia e no dia 18 do mesmo mês, à mesma hora, no Largo da Estação de Camionagem, em Fornos de Algodres.
Este é um projeto inserido no Alto Mondego’ Rede Cultural e que conta com 35 elementos da comunidade de Nelas, Mangualde, Gouveia e Fornos de Algodres.
“Alto” conta as histórias do quotidiano e do que une os 4 concelhos. Uma homenagem às tradições, costumes e ao que de mais autêntico têm em comum. Quem passar pelo Alto Mondego neste verão tem, assim, uma experiência única para viver.
O adro da Igreja vai ser o lugar de todos os encontros. Por lá vão trocar-se histórias, experiências cochichos e memórias. Pelo meio haverá desentendimentos e picardias, mas, no fim de contas, haverá algo que falará sempre mais alto: O sentimento comum que é o orgulho em pertencer ao Alto Mondego. Este é o mote para uma história que traz recordações e memórias e que traz a palco a identidade comum do território. «Criámos um espetáculo muito próximo da população que relata vários momentos do quotidiano. Vamos resgatar memórias, recordações e vivências dos nossos avós e fazer uma homenagem à terra que todos partilham», explica Sandra Leal.
A comunidade vai fazer dela própria. Serão as pessoas da aldeia e vão participar ativamente na trama. «Terão um papel muito ativo do início ao fim, só assim faz sentido. É muito bom ver o seu empenho, a sua evolução e entrega, mas também os laços que críamos, juntos. Todos sentem-se parte de algo maior e isso é muito gratificante», destaca Sandra Leal.
A criação teve também a preocupação de trazer para palco o melhor e o mais distintivo do território. Assim, o Queijo Serra da Estrela, o Vinho do Dão, a Lã, o Azeite e outros produtos endógenos do território também vão estar em destaque.
Como explica a dramaturga, «estes produtos fazem parte do cartão de identidade comum, são uma referência nacional e projetam o território além-fronteiras».















