O plenário de enfermeiros organizado para Viseu, para a próxima sexta-feira, dia 17, pelo Sindicato de Enfermeiros Portugueses (SEP), vai abordar assuntos, que na opinião destes profissionais ainda estão por resolver, como a progressão contínua e os vínculos precários, apesar da carência de serviços.
«O congelamento desde 2005, imposto pelo Governo de então e mantido até 2018 foi um dos maiores e mais brutais ataques aos direitos dos trabalhadores, também aos enfermeiros. Com o descongelamento, em 2018, seria expectável que, finalmente, fosse retomado o normal e regular desenvolvimento dos profissionais. Apesar do Tribunal já ter dado razão aos Enfermeiros e ao SEP por três vezes, o Centro Hospital Tondela Viseu continua sem atribuir qualquer ponto à maioria dos Enfermeiros e, portanto, a impedir a sua progressão. Por outro lado, o Ministério da Saúde autorizou que apenas 39 contratos precários passassem a contratos sem termo, quando o CH Tondela Viseu tem cerca de 70 contratos a termo.», refere a nota do SEP.
O comunicado aponta ainda que «é urgente que o Ministério da Saúde aprove o “Mapa de pessoal” da instituição para que possam vincular e contratar os enfermeiros (e outros profissionais), que têm sido indispensáveis para responder às necessidades assistenciais das populações e se evite a carência de enfermeiros que já se verifica em alguns serviços deste Centro Hospitalar.»
















