Sob o mote ‘Centro Histórico, Verão sem Carros’, a partir desta sexta-feira, dia 17 de junho, será promovido o encerramento de trânsito no Centro Histórico, às sextas-feiras, entre as 19 e as 02 horas, aos sábados, entre as 16 e as 02 horas, assim como aos domingos e feriados, entre as 15 e as 20 horas, uma medida que se prolongará até ao dia 21 de setembro.
O Município de Viseu recupera assim a campanha de promoção de um Centro Histórico «com qualidade e amigo do ambiente, sem carros, promovendo uma circulação segura e confortável, a pé ou bicicleta, para viseenses, visitantes e turistas, que aqui residem ou o visitam», explica a autarquia.
A Polícia Municipal de Viseu será responsável pela realização dos respetivos cortes de trânsito, acompanhando e prestando apoio no terreno. Esta interdição no Centro Histórico contempla os principais acessos à zona antiga, nomeadamente no início da Rua dos Combatentes da Grande Guerra e no entroncamento da Travessa da Misericórdia com o Adro da Sé, mantendo-se a circulação pela Calçada da Vigia. Nos dias em que existam espetáculos ou concertos no Adro da Sé, o corte será realizado no início da Travessa da Misericórdia.
«Consequentemente, será autorizado, excecionalmente, o acesso a moradores da zona histórica e clientes dos hotéis Palácio dos Melos, Casa da Sé e Allgo Hostel, pela Porta do Soar, em sentido inverso, sendo a saída realizada pela Rua Chão do Mestre, Rua Augusta Cruz, Praça D. Duarte e, consequentemente, Rua Augusto Hilário ou Rua D. Duarte».
Nos horários de culto e cerimónias religiosas, a ter lugar na Sé de Viseu ou na Igreja da Misericórdia, o acesso ao Adro da Sé será permitido, excecionalmente, nestes períodos, pela Travessa da Misericórdia.
«Em 2022, o Município de Viseu convida toda a comunidade a desfrutar da zona antiga da cidade, em toda a sua beleza e singularidade. À boleia desta saída, é reforçado o convite para desfrutar da agenda cultural de Viseu, recheada de eventos, atividades e iniciativas, do ‘Verão no Parque’ à Feira de São Mateus, para visitar e comprar no comércio local, saborear a gastronomia dos restaurantes, viver e sentir a Cidade-Jardim, na sua plenitude».
















