Criação Amarelo Silvestre, com direção artística de Fernando Giestas e coprodução do teatro Viriato, num diálogo próximo com Álvaro Laborinho Lúcio, sábio cidadão da República, “Diário de uma República” é um projeto de Teatro e Fotografia enquanto espectadores da vida quotidiana de uma década. Uma reflexão artística sobre o que vão sendo as pessoas e as paisagens de Portugal entre 2020 e 2030.
« Que Teatro resultará do ato de (nos) vermos realmente? Ver por querer. Sair para ver. As ruas, as pessoas, as casas, as coisas. Fotografar para prolongar o olhar. A Justiça será o tema foco da 1ª edição de “Diário de uma República”, entendida no seu sentido mais amplo: a justiça das leis, das relações, das construções, da natureza, a justiça do nosso próprio olhar. »
Com apresentação sexta, às 21h, e sábado, às 17h, “Diário de uma República” tem uma duração aproximada de 70 minutos, com a classificação m/ 16 anos.
Com descontos não aplicáveis, o bilhete tem um custo de 7,50€.















