Em comunicado enviado à comunicação social, a Diocese de Viseu anuncia que a comissão de proteção de menores e adultos vulneráveis, criada em fevereiro de 2020, está a trabalhar nos casos apresentados à mesma, relativamente, ao caso do Padre acusado de enviar mensagens de cariz sexual a um menor de 14 anos.
«O caso anunciado nos meios de comunicação social está nas instâncias próprias e segue o percurso que o Papa Francisco e as diretrizes da CEP indicam para estes casos. A comissão recebeu a denúncia e depois seguiram-se todos os passos e procedimentos legais para este tipo de investigações tanto por parte das autoridades civis como eclesiásticas», acrescentam.
A Diocese acrescenta que, «relativamente às notícias veiculadas pela comunicação social, e tendo em conta a privacidade, confidencialidade e autodeterminação que são devidas às vítimas, a Diocese respeitará sempre as normas civis e eclesiásticas».
Recorde-se que, o menor afirma que começou a receber mensagens onde o padre o assediava e, constrangido, decidiu mostrá-las ao pai. O progenitor avançou com uma queixa na Justiça.
















