Realizou-se hoje, dia 27 de julho, em Mortágua, a assinatura do auto de consignação da empreitada da Ecovia do Mondego.
A cerimónia contou com a presença do Secretário de Estado do Desporto, João Paulo Rebelo, do presidente da CIM Região de Coimbra, José Carlos Alexandrino, do presidente da CIM Dão Lafões, Rogério Abrantes, dos presidentes dos Municípios de Mortágua, Penacova e Santa Comba Dão, respetivamente, Júlio Norte, Humberto Oliveira e Leonel Gouveia, além do presidente do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, entre outras entidades.
Antes da assinatura do contrato de empreitada, foi descerrada uma placa evocativa do acontecimento, junto à marina da Albufeira da Aguieira.
A Ecovia do Mondego faz o Prolongamento da Ecopista do Dão, sendo uma via ciclável de aproximadamente 40 quilómetros, desde o final da Ecopista do Dão em Santa Comba Dão até aos limites do concelho de Penacova, atravessando assim os concelhos de Santa Comba Dão, Mortágua e Penacova.
Segundo o Município, representa um passo decisivo para concretizar a previsível e estratégica ligação ciclável entre a Ecopista do Dão (já construída) e a Figueira da Foz, nomeadamente através do troço em preparação entre Coimbra e Figueira da Foz – Ciclovia do Mondego.
Desta forma, abre-se a possibilidade de tornar ciclável o eixo estruturante Viseu – Figueira da Foz, que permitirá constituir uma rede estruturante na região Centro em conjunto com o troço da Eurovelo 1 entre Mira e Figueira da Foz.
O projeto da Ecovia do Mondego foi alvo de candidatura ao Programa Valorizar, sob a liderança da CIM Região de Coimbra, em parceria com a CIM Viseu Dão Lafões e os municípios de Santa Comba Dão, Mortágua e Penacova. A empreitada tem o valor de 1.439. 790,00 € e um prazo de execução de 18 meses.
A valorização turística deste eixo estruturante que se desenvolve ao longo dos territórios do vale do Mondego permite promover esta região como destino de excelência de Cycling & Walking, e potenciar o surgimento de novas atividades económicas ligadas ao turismo e ao desenvolvimento de novos serviços turísticos com base no património natural e cultural existente e na valorização dos produtos endógenos.
A par destes benefícios para a economia local e o desenvolvimento dos territórios abrangidos, contribuirá para a concretização da estratégia de mobilidade sustentável através do incremento dos modos de transporte suave e com baixas emissões de gases com efeitos estufa, assegurando a mobilidade quotidiana das populações entre municípios envolvidos.
Com a criação deste troço de Ecovia e a sua ligação à já existente Ecopista do Dão e desta à Ecopista do Vouga, ficará a Região Centro com uma das maiores vias cicláveis contínuas e sinalizadas da Península Ibérica.
















